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Câncer do cólon e reto

É a presença de uma lesão maligna (adenocarcinoma) em algum segmento do intestino grosso (cólon) ou reto. Epidemiologicamente, o tumor do cólon é o terceiro tumor maligno mais comum na Inglaterra e o quarto nos Estados Unidos. Em adição, nesses países, o câncer colorretal é a segunda causa de morte por neoplasia.

Aqui no Brasil, o câncer colorretal é o quarto tumor mais comum nos homens e o terceiro nas mulheres. No estado de São Paulo, entre os anos 2000 e 2008 houve uma incidência de 8,55 casos de câncer colorretal entre 100.000 homens e 8,65 casos entre 100.000 mulheres.

Quais são os fatores de risco para o Câncer do cólon e reto?

A predisposição genética e a história familiar de câncer colorretal são os fatores de risco mais relevantes para o desenvolvimento de pólipos adenomatosos e neoplasias do cólon. Além disso, uma dieta pobre em frutas, verduras, cereais e baseada em gorduras animais, é fator de risco para o aparecimento da doença. Importante saber também que a idade, o consumo excessivo de cigarro e álcool também são fatores de risco. A atividade física freqüente é associada a um menor risco no desenvolvimento do câncer de cólon e reto.

Outros fatores associados ao câncer do intestino grosso e reto são as doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa e doença de Crohn), algumas poliposes (PAF – polipose familiar adenomatosa) e o câncer colorretal hereditário não polipóide (HNPCC).

Como se faz o diagnóstico do Câncer do cólon e reto?

Após uma detalhada consulta médica, incluindo toda a história clínica do paciente, os antecedentes pessoais e familiares, bem como um minucioso exame físico, alguns exames podem ser solicitados: pesquisa de sangue oculto nas fezes, enema opaco (Raio-X com contraste), retossigmoidoscopia e colonoscopia.

A colonoscopia é o melhor exame para se fazer o diagnóstico do câncer de cólon e reto, pois realiza-se a visualização direta de todo o intestino grosso e reto.

Qual o papel da colonoscopia no câncer do intestino grosso e reto?

A colonoscopia tem papel tanto no diagnóstico como no tratamento (definitivo ou paliativo) do câncer do intestino grosso e reto. É o exame capaz de diagnosticar diretamente o tumor e, em adição, realizar biópsias (retirar pequenos fragmentos) das lesões para confirmação microscópica.

Quanto ao tratamento, se o tumor for classificado como precoce, a colonoscopia apresenta papel fundamental, pois através dela pode-se promover a retirada completa da lesão, de forma curativa.

Por outro lado, nos tumores avançados do cólon e reto, a colonoscopia não se limita somente às biópsias. É capaz de proporcionar um tratamento paliativo a certas situações, como nas obstruções intestinais causadas pelo crescimento exacerbado do tumor. Nessas situações de urgência, por meio da colonoscopia é possível realizar a dilatação (alargamento) da estenose, usando-se balões dilatadores ou próteses metálicas. Esse procedimento tem o intuito de restabelecer o trânsito intestinal, tirando a situação de urgência do paciente, proporcionando um tratamento eletivo e em melhores condições.

Como é o tratamento do câncer colorretal?

A cirurgia é o principal método de tratamento do câncer colorretal, podendo ou não estar associada a quimioterapia e radioterapia. Porém, com a melhora dos equipamentos de colonoscopia, o câncer colorretal pode ser detectado ainda precocemente, ou seja, em uma fase em que o tratamento pode ser realizado somente por colonoscopia.

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Câncer de Esôfago

O câncer de esôfago (carcinoma epidermóide) é um tumor maligno que está presente em aproximadamente 8 casos por 100.00 habitantes no Brasil. Tem um predomínio em pessoas do sexo masculino, principalmente entre 50 e 60 anos de idade.

É uma doença grave, que quando diagnosticada precocemente tem um índice de sobrevida menos assustador.

Quais os fatores que podem favorecer o surgimento do câncer de esôfago?

O tabagismo e o alcoolismo por longo tempo são os principais fatores de risco para esse câncer no nosso país. Outros fatores de risco também foram identificados, como a tilose, o esôfago de Barrett, a acalásia, o consumo exacerbado de bebidas quentes e as más condições de higiene.

Alguns grupos específicos de pacientes devem receber uma atenção especial devido ao maior risco de desenvolverem câncer de esôfago, como por exemplo os pacientes que ingeriram soda cáustica no passado e pacientes portadores de tumores de cabeça e pescoço.

E quais os sintomas do câncer de esôfago?

O principal sintoma do câncer de esôfago é a disfagia (dificuldade para engolir). Geralmente é progressiva, ou seja, inicia-se a dificuldade para engolir alimentos sólidos até se tornar impossível a ingestão de líquidos. Vômitos, salivação, emagrecimento importante e hematêmese (vômito com sangue) podem acompanhar o quadro clínico.

E como se faz o diagnóstico do câncer de esôfago?

Uma história clínica detalhada e um bom exame físico são fundamentais para se levantar a suspeita da doença.

Alguns exames complementares devem ser solicitados, como raio-x com contraste do esôfago (esofagograma), endoscopia digestiva alta com biópsia da lesão encontrada, e quando necessário, tomografia e broncoscopia.

Na endoscopia pode-se realizar a visualização direta do tumor e obter biópsias dessa lesão para confirmação através do exame anatomopatológico (microscópico). Além disso, a endoscopia tem um papel importante no auxílio ao tratamento do câncer esofagiano. Pode promover um tratamento paliativo do tumor, fazendo o paciente suportar melhor o tratamento definitivo proporcionando uma melhor qualidade de vida.

E como é feito o tratamento paliativo do câncer de esôfago por endoscopia?

Com o passar do tempo, o tumor pode crescer demasiadamente e ocluir a passagem do alimento pelo esôfago, impedindo o paciente de se alimentar.

Através da endoscopia é possível se fazer uma tunelização (“reabrir o caminho”) do tumor para que o paciente possa voltar a se alimentar.

Essa tunelização pode ser feita através da aplicação de algumas substâncias líquidas nos tumor, através de eletrocoagulação, plasma de argônio ou laser. Com o avanço dos equipamentos de endoscopia, algumas próteses foram desenvolvidas. Atualmente, as mais utilizadas são as próteses metálicas auto-expansivas, as quais são posicionadas entre o tumor (por endoscopia), causando uma força radial, mantendo-o aberto, e logo, favorecendo a deglutição do paciente.

E o tratamento curativo do câncer de esôfago?

A endoscopia pode atuar no câncer de esôfago precoce, onde através de uma técnica específica pode-se remover a lesão. Infelizmente o diagnóstico do câncer de esôfago precoce ainda é infreqüente. Quando o tumor já se apresenta na forma avançada, a radioterapia, a quimioterapia e a cirurgia (esofagectomia) são alguns métodos utilizados no tratamento.

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O que é Câncer de Estômago?

O que é câncer de estômago, como é feito o diagnóstico e quais as formas de tratamento dessa doença cada vez mais comum.

O câncer de estômago é a presença de uma lesão maligna oriunda das camadas formadoras da parede gástrica e ainda é uma doença muito frequente no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essa doença atinge aproximadamente 9 milhões de pessoas por ano.

No Brasil, a incidência do câncer gástrico (estômago) é alta, ficando atrás somente do Chile e da Costa Rica, na América Latina. O câncer de estômago já superou o câncer de pulmão em relação à mortalidade no nosso país.

Essa doença acomete ambos os sexos. No entanto, sua incidência é um pouco maior nos homens do que nas mulheres. Já em relação à idade, é incomum abaixo dos 40 anos, porém, sua incidência aumenta muito em pacientes com mais de 60 anos de idade.

Quais são os fatores de risco para o câncer de estômago?

Vários são os fatores estudados e relacionados como fatores de risco para o desenvolvimento do câncer gástrico. A predisposição familiar é um fator importante, sendo apontado em alguns estudos um risco aproximadamente 3 vezes maior para desenvolver câncer gástrico em pacientes com parentes de primeiro grau que já tiveram a doença. A dieta também pode ser um fator de risco para o câncer gástrico. Alimentos com muito sal e conservantes são relacionados com um maior risco. Os produtos defumados também entram nessa relação.

Pacientes portadores de gastrite atrófica ou que já foram submetidos a cirurgia de retirada parcial do estômago pela técnica de Billroth II há mais de 15 anos também tem risco maior de desenvolver o câncer de estômago em relação a população geral. Por outro lado, uma alimentação rica em frutas e verduras é tida como uma dieta protetora contra o câncer de estômago.

Os pólipos do estômago podem ser formados por diferentes tipos de células, como por exemplo, os pólipos hiperplásicos, pólipos inflamatórios, pólipos de glândulas fúndicas e pólipos adenomatosos (adenomas). Quanto ao fator de risco para o câncer gástrico, os pólipos adenomatosos são os mais temidos.

Devido a alta incidência do Helicobacter pylori em pacientes portadores de câncer gástrico, estudos recentes apontaram essa bactéria também como um fator de risco.

E quais são os sintomas do câncer gástrico?

Através de uma boa história clínica e um detalhado exame físico, o médico pode levantar a suspeita do câncer de estômago. No entanto, em alguns casos os sinais e sintomas podem ser inespecíficos, o que dificultará o diagnóstico da neoplasia (tumor).

A perda de peso, náuseas, vômitos, sensação de saciedade precoce após alimentação, dor abdominal e outros sinais são achados freqüentes no paciente portador de câncer gástrico avançado. Pode haver também palidez cutânea, sinais de desnutrição e hemorragia digestiva.

Ressalta-se que 97% dos pacientes portadores de câncer gástrico referem sintomas de dispepsia (dificuldade de digestão).

Por outro lado, existe o câncer de estômago precoce, ou seja, aquele tumor que está restrito a primeira camada da parede do estômago. Esses tumores geralmente não apresentam sintomas, mas alguns pacientes podem referir sintomas de má digestão.

O diagnóstico do câncer de estômago é difícil?

O diagnóstico do câncer gástrico avançado é bem mais simples de se fazer, pois a lesão é bem evidente. Alguns exames podem ser feitos, como o raio-x com contraste e a endoscopia digestiva alta com biópsia. O raio-x com contraste é um método válido para o diagnóstico, porém, não é capaz de realizar biópsias para confirmação anatomopatológica.

A endoscopia tem um papel muito importante no diagnóstico do câncer de estômago. Através do exame endoscópico é possível visualizar diretamente a lesão, avaliando-se quanto a forma, localização e tamanho. Essas informações podem ser muito úteis para guiar o tratamento. Em adição, pela endoscopia o médico executor é capaz de retirar alguns fragmentos do tumor para análise microscópico e fazer a confirmação do diagnóstico.

Mas a endoscopia só tem papel no diagnóstico do câncer de estômago? E no tratamento?

A endoscopia também está ligada ao tratamento do câncer de estômago. Nos tumores avançados, através da endoscopia podemos realizar procedimentos paliativos para melhorar a qualidade de vida do paciente, como por exemplo, promover a parada do sangramento em tumores que apresentam essa característica ou a desobstrução através de próteses nos tumores de grandes proporções que impedem o trânsito alimentar adequado.

Já para os tumores precoces (restritos a camada mais interna da parede do estômago) a endoscopia pode ser o tratamento, pois através do procedimento endoscópico pode-se realizar a retirada completa da lesão. Atualmente existem algumas técnicas disponíveis para esse procedimento, como a mucosectomia e dissecção submucosa (“ESD”).

E como é o tratamento do câncer de estômago?

Basicamente deve-se saber se o tumor é precoce ou avançado. Nos tumores precoces o procedimento endoscópico pode ser o tratamento de primeira escolha. Nos tumores avançados, a cirurgia pode ser o tratamento inicial, retirando-se parte do estômago e os linfonodos (gânglios) adjacentes. A cirurgia de ressecção de todo o estômago também pode ser realizada.

A quimioterapia e a radioterapia devem ser consideradas conforme a necessidade individual de cada paciente.

É necessário acompanhamento endoscópico após a cirurgia para retirada do câncer de estômago?

Sim. O acompanhamento pela endoscópica deve ser feito conforme preconizado para cada caso ou se alguns sintomas de alerta surgirem nesse período. O exame endoscópico deve ser feito também com o intuito de rastrear o surgimento de novos tumores ou até mesmo a recidiva (retorno) do tumor já retirado.

Competência, confiança e tecnologia a favor da sua saúde. Tratamentos para obesidade, angiologia e exames.

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CIRURGIA DE VARIZES SEM INTERNAÇÃO HOSPITALAR

Procedimento seguro, minimamente invasivo, sem cicatrizes e feito no consultório.

Agora na Angioskope oferecemos a possibilidade de fazer sua cirurgia de varizes sem internação hospitalar. Graças às novas tecnologias e técnicas para o tratamento das varizes, a necessidade de internação hospitalar, raquianestesia, incisões e repouso prolongado vão se tornando cada vez menos frequentes.

A cirurgia de varizes no consultório hoje é realizada apenas com anestesia local e sedação. Utilizamos técnicas combinadas para o tratamento da veia safena (tratada com endolaser) e das varizes (tratadas com microespuma). O procedimento é minimamente invasivo, sem incisões, sem cicatrizes, com repouso mínimo (1 a 2 dias). E ele torna-se mais atraente ainda para aqueles pacientes que não tem convênio, visto que não terão os custos da diária hospitalar e custos anestésicos, diminuindo em até 50% o valor do tratamento.

Apresentamos todos os requisitos para a realização segura desses procedimentos no consultório, homologado pela Vigilância Sanitária.

Perguntas Frequentes

Quais as vantagens da cirurgia de varizes no consultório?
• Abordagem e tratamento mais individualizado do paciente • Desburocratização para a realização do tratamento • Riscos anestésicos mínimos (sem necessidade da raquianestesia) • Riscos de infecção mínimos • Retorno mais rápido à sua rotina diária • Resultados estéticos excelentes • Maior flexibilidade de horários para agendamento • Maior discrição • Possibilidade do uso de tecnologia de ponta para o tratamento da insuficiência venosa • Custo mais baixo para quem não tem convênio e precisa ser operado • Permanência mínima na clínica, comparada ao hospital

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LASER ENDOVENOSO (EVLT) NO TRATAMENTO DE VARIZES

Como é realizado o tratamento EVLT laser endovenoso para varizes?

Laser endovenoso para varizes é uma técnica minimamente invasiva que pode te ajudar. As varizes de membros inferiores são caracterizadas pela dilatação das veias e perda parcial ou total de sua função, que seria promover o retorno do sangue das pernas ao coração. Esse problema atinge grande parcela da população em algum momento de suas vidas, tendo uma prevalência maior ainda em mulheres.

Além das queixas estéticas, muitos pacientes relatam sintomas associados como dor, sensação de peso nas pernas, inchaço, manchas na pele, coceira e cãibras. Após uma investigação clínica e ultrassonográfica específica, descobre-se que uma porcentagem desses pacientes apresentam também um comprometimento (refluxo) da veia safena, o que contribui para a piora dos sinais e sintomas.

Essa situação normalmente exige a intervenção cirúrgica na veia safena, onde ela pode ser extraída ( técnica convencional) ou submetida a uma termoablação (laser endovenoso)- o tema desse post. O tratamento da safena com o laser endovenoso (EVLT) é realizado através da punção ecoguiada dessa veia com uma agulha própria, por onde se introduz a fibra laser no segmento ao qual se deseja tratar.

O laser causa uma lesão térmica por dentro da veia safena, levando à sua oclusão e consequente eliminação do refluxo. Com o aperfeiçoamento dos tipos de fibras e dos comprimentos de onda do laser, hoje o EVLT já apresenta o maior grau de recomendação e nível de evidência para o tratamento da veia safena (consenso pelas sociedades internacionais de cirurgia vascular).

Logicamente a indicação do EVLT deve basear-se na história clínica (anamnese e exame físico detalhados), exame ultrassonográfico (ecodoppler venoso colorido) e na experiência de cada cirurgião vascular com a técnica, não sendo indicada necessariamente para todos os casos.

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais as vantagens do EVLT sobre a ciruria convencional?

• Menor chance de complicações pós-operatórias (lesão de nervo, lesão linfática).
• Menos dor no pós-operatório.
• Menos hematomas e menos inchaço pós operatório.
• Recuperação mais precoce, permitindo retorno às atividades em 3- 5 dias.
• Ausência de suturas, cicatrizes (preocupação estética).
• Resultados a médio e longo prazo no mínimo equivalentes à cirurgia convencional.
• Procedimento seguro (guiado por ultrassom do início ao fim).

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MICROESPUMA NO TRATAMENTO PARA VARIZES

MICROESPUMA NO TRATAMENTO PARA VARIZES

Você sabe o que é a  microespuma no tratamento de varizes?

Microespuma no tratamento de varizes é uma técnica para a esclerose (secagem) que pode atingir desde microvarizes até varizes de grande calibre. Vem ganhando cada vez mais espaço no meio médico devido aos resultados alcançados no tratamento da insuficiência venosa crônica. Esse procedimento já é realizado na Angioskope há mais de 15 anos, o que atesta a segurança e eficácia do mesmo.

Como é o procedimento?

A esclerose dos vasos com a microespuma é feita em consultório, sem a necessidade de anestesia. Injeta-se a microespuma dentro das varizes através de uma agulha fina sob visão direta ou guiada por ultrassom (microespuma ecoguiada) nos casos mais complexos. A paciente vai embora com uma meia elástica compressiva que deverá ser usada por uma semana.

Como saber se a microespuma pode ser usada no meu caso?

Somente com a avaliação de um cirurgião vascular com experiência nesse procedimento, onde você possa realizar uma consulta e exame físico direcionados, tirando todas as dúvidas que porventura ainda existam.

PERGUNTAS FREQUENTES

O que esperar após o procedimento?

O uso de analgésicos normalmente não é necessário. Hematomas, discreto inchaço e formação de caroços no trajeto das veias maiores podem ocorrer, sendo totalmente transitórios.

Uma das vantagens desse tipo de tratamento é não haver a necessidade de fazer repouso. A paciente já sai andando do consultório. Cuidado com a exposição ao sol para diminuir o risco de alguma mancha indesejada na pele. Em pessoas com predisposição a manchas na pele, pode ser necessário algum creme dermatológico se essa mancha persistir.
Existem mínimas contra-indicações para a microespuma, como alergia ao produto (raríssimo) e determinadas malformações cardíacas. Inclusive muitos pacientes que possuem alguma contraindicação para a cirurgia de varizes, muitas vezes podem fazer o tratamento da microespuma sem maiores problemas.

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