OBESIDADE INFANTIL E NA ADOLESCÊNCIA

Segundo um novo estudo liderado pelo Imperial College London e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de crianças e adolescentes (de cinco a 19 anos) obesos em todo o mundo aumentou dez vezes nas últimas quatro décadas.
Se as tendências atuais continuarem, haverá mais crianças e adolescentes com obesidade do que com desnutrição moderada e grave até 2022. Em 2016, o número global de meninas e meninos com desnutrição moderada e grave foi de 75 milhões e 117 milhões, respectivamente.

OBESIDADE INFANTIL E NA ADOLESCÊNCIA

A OMS incentiva os países a implementar esforços para abordar os ambientes que hoje estão aumentando a chance de obesidade em nossas crianças. Os pais devem procurar particularmente reduzir o consumo de alimentos baratos, ultraprocessados, densos em calorias e pobres em nutrientes. Também devem reduzir o tempo que as crianças passam em atividades de lazer sedentárias e baseadas “em telas”, promovendo uma maior participação em atividades físicas através de ações recreativas e esportivas.

PERGUNTAS FREQUENTES

Em todas as fases da vida. Na gestação, pois o aumento de peso materno propicia que a criança ganhe mais peso na vida adulta, pelo aumento do número de células gordurosas. É necessário conscientizar os pais que as crianças entre dois e três anos, passam a comer menos, e que os mesmos não devem insistir no consumo de alimentos ou dar as guloseimas como biscoitos e doces como forma de compensação porque não querem comer. Cultivar hábitos saudáveis na alimentação por toda a vida com pouca fritura e gordura, muitas fibras e estimular sempre a atividade física.

É uma das doenças que mais cresce em todo o mundo, tanto nas crianças como nos adultos. Sabemos que se um dos pais é obeso, a criança tem em torno de 30% de chances de se tornar um adulto obeso, se o pai e a mãe são obesos, as chances aumentam para mais de 50% e ainda se chegar à adolescência acima do peso, há 70% a 80% de chances de permanecer como um adulto obeso. Além disso, a obesidade é um grande fator de risco para diversas enfermidades. 

Ela pode acarretar baixa auto-estima, isolamento social, depressão, problemas ortopédicos, colesterol alto, pressão alta e diabetes tipo 2. É fundamental esclarecer que não apenas as crianças obesas podem apresentar estas complicações, mas também aquelas que estão poucos quilos acima do peso (sobrepeso), devendo sempre ser avaliada de modo completo.

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