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É o refluxo anormal do conteúdo do estômago e do duodeno para o esôfago, causando sintomas crônicos devido a lesão da mucosa esofagiana (revestimento interno do esôfago), ou seja, a esofagite.
A doença do refluxo ocorre devido ao mau funcionamento do sistema anti- refluxo que há entre o estômago e o esôfago. Uma doença que acarreta esse mau funcionamento é a hérnia de hiato. É muito importante lembrar que a ocorrência do refluxo gastroesofágico não significará obrigatoriamente na presença da esofagite, já que esse refluxo pode acontecer em condições normais do dia-a-dia. Todavia, há o “refluxo patológico”, ou seja, aquele que causa a esofagite e todos os seus sintomas, sendo assim necessário o tratamento.
Os sintomas do refluxo estão presentes em 40% da população americana e 50% da população britânica, o que nos faz pensar que a DRGE tenha uma alta prevalência em nosso meio. Essa doença é menos comum em orientais.
Pirose, a popularmente conhecida “azia” é o sintoma mais comum da doença do refluxo gastroesofágico, estando presente em quase 100% dos casos. É a sensação de queimação no tórax, podendo irradiar para a base do pescoço e para a garganta. Se a pirose for muito incômoda ao paciente e surgir mais do que duas vezes por semana, é denominada de pirose intensa. O excesso de salivação também pode ser um sintoma da DRGE.
A dificuldade para engolir (disfagia) não é comum, mas pode estar presente nos casos mais avançados da doença.
O diagnóstico dessa doença é feito através de uma boa conversa com o paciente (história clínica), enfatizando-se os sintomas típicos da doença. O exame físico completo é obrigatório, e só a partir daí os exames complementares serão solicitados.
O raio-x com contraste, a cintilografia esofágica, a manometria, a pHmetria e a endoscopia digestiva alta são sintomas que podem ser solicitados para auxiliar no diagnóstico da DRGE.
É o exame mais solicitado para o diagnóstico da manifestação mais comum da doença do refluxo, a esofagite.
Através da endoscopia é possível visualizar diretamente a mucosa do esôfago e fazer o diagnóstico direto das erosões causadas na mucosa esofagiana pelo refluxo, que é a esofagite erosiva. Ainda através da endoscopia pode-se avaliar a extensão da doença, sua gravidade e a existência de possíveis complicações. É sempre importante lembrar que a realização de biópsias é uma facilidade valiosa e segura que a endoscopia oferece, corroborando com a conclusão do diagnóstico final.
As complicações da esofagite não são muito freqüentes, no entanto é obrigatória a sua investigação. A estenose do esôfago (diminuição no calibre do órgão) pode ocorrer entre 8 e 20% dos casos. A úlcera é outra complicação, porém ocorre em apenas 5% dos pacientes. O surgimento do esôfago de Barrett (veja Esôfago de Barrett) também é uma complicação possível de ocorrer entre 8 e 20% dos casos. Por fim, em uma menor freqüência, o câncer de esôfago (veja Câncer de Esôfago) sempre foi e será uma complicação temida por todos.
Mesmo nas complicações a endoscopia tem um papel fundamental, pois além de fazer o diagnóstico dessas complicações, ela também pode ser muito útil no tratamento.
Antes de se iniciar o tratamento deve-se descobrir a causa do refluxo para que se possa combater efetivamente a doença. A hérnia de hiato é uma causa de DRGE e tem seu tratamento específico, quando necessário.
O objetivo do tratamento na doença do refluxo é aliviar os sintomas, realizar a cicatrização da esofagite, evitar as complicações e a recidiva (retorno) da doença. Algumas medidas comportamentais são fundamentais no tratamento, e devem sempre ser associadas com uma melhora na dieta e ao uso de medicações específicas.
O tratamento cirúrgico é indicado em casos específicos.

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