Em setembro de 2025, a Dra. Anna Carolina Hoff representou com destaque a comunidade de endoscopia bariátrica no IRCAD, sendo a única mulher entre os palestrantes e reconhecida como a maior autoridade em reganho de peso pós-cirurgia bariátrica por via endoscópica na América Latina. Leia mais
NUTRICIONISTA
EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL
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PERGUNTAS FREQUENTES
Por que existem falsos magros?
As razões para explicar por que existem “falsos magros” envolvem fatores genéticos e outros, relacionados aos maus hábitos, como consumo exagerado de produtos industrializados e gordurosos e nenhuma atividade física.
Quem tem alto percentual de gordura e não aparenta tem quantidade de massa magra inadequada — e para aumentá-la, precisa de exercícios físicos.
Entre as possíveis complicações de uma pessoa com IMC bom, mas altos índices de gordura e pouca massa magra, estão problemas metabólicos, hepáticos, cardíacos, aumento de lipidemia (gordura saturada no sangue), do colestrol e de triglicerídeo e até de alguns tipos de câncer.
No processo de perda de peso, qual a importância da nossa alimentação?
Emagrecer no inverno é mais difícil?
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Além disso, há evidências de que a microbiota intestinal muda, se adapta e altera a eficiência metabólica depois da cirurgia.

O reganho de peso após a bariátrica não é culpa do paciente — é consequência natural de adaptações hormonais e...

A mudança de estilo de vida melhora saúde, disposição, energia e longevidade — e deve estar presente em qualquer tratamento....

A obesidade precisa ser tratada como qualquer outra doença crônica: com acompanhamento permanente e intervenções periódicas quando necessário.

O tratamento da obesidade é um processo profundo, contínuo e personalizado. Não existe fórmula universal. Não existe uma única abordagem....

O sleeve pode ter uma evolução nutricional mais simples do que outras técnicas, mas todas as cirurgias bariátricas dependem profundamente...

O SUS tem potencial e, em muitos lugares, oferece acompanhamento exemplar. Mas ainda existe desigualdade no acesso e na continuidade...

As decisões sobre obesidade não são lineares: envolvem comportamento, emoção, tecnologia, elegibilidade e desejo do paciente. A medicina moderna oferece...

As novas diretrizes reforçam um ponto fundamental: o foco deve estar sempre em oferecer ao paciente alternativas seguras, eficazes e...
PSICOLOGIA NO EMAGRECIMENTO
PSICÓLOGO
PERGUNTAS FREQUENTES
Como funciona o acompanhamento psicológico no processo de emagrecimento?
No início, será um trabalho e investigação para conhecer os seus hábitos, suas preferências, o histórico de doenças, as tentativas anteriores de tratamentos, e como é a sua percepção da obesidade.
Um acompanhamento psicoterapêutico vai auxiliar você a manter-se motivado, a perceber em quais momentos pode estar se autossabotando, afastando-se de seus objetivos.
É importante ser claro e sincero durante todo o processo de emagrecimento, até para evitar o reganho de peso após o tratamento escolhido.
Como a comida alivia a ansiedade?
Por que somente deixar de comer não emagrece?
O corpo tem um sistema de alerta contra os perigos. Quando deixamos de ingerir comida o cérebro entende como “dificuldades em obter alimentos” e, para sua autopreservação, passa a reduzir o metabolismo como uma forma de economizar as energias, não queimando de forma eficiente as gorduras excedentes.
Por isso a importância de um tratamento com a presença de uma equipe multidisciplinar para ajudar de forma personalizada cada paciente.
Comer é um vício?
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Além disso, há evidências de que a microbiota intestinal muda, se adapta e altera a eficiência metabólica depois da cirurgia.

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O tratamento da obesidade é um processo profundo, contínuo e personalizado. Não existe fórmula universal. Não existe uma única abordagem....

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Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)
O que é a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE)?
É o refluxo anormal do conteúdo do estômago e do duodeno para o esôfago, causando sintomas crônicos devido a lesão da mucosa esofagiana (revestimento interno do esôfago), ou seja, a esofagite.
A doença do refluxo ocorre devido ao mau funcionamento do sistema anti- refluxo que há entre o estômago e o esôfago. Uma doença que acarreta esse mau funcionamento é a hérnia de hiato. É muito importante lembrar que a ocorrência do refluxo gastroesofágico não significará obrigatoriamente na presença da esofagite, já que esse refluxo pode acontecer em condições normais do dia-a-dia. Todavia, há o “refluxo patológico”, ou seja, aquele que causa a esofagite e todos os seus sintomas, sendo assim necessário o tratamento.
Os sintomas do refluxo estão presentes em 40% da população americana e 50% da população britânica, o que nos faz pensar que a DRGE tenha uma alta prevalência em nosso meio. Essa doença é menos comum em orientais.
E quais são os sintomas de refluxo?
Pirose, a popularmente conhecida “azia” é o sintoma mais comum da doença do refluxo gastroesofágico, estando presente em quase 100% dos casos. É a sensação de queimação no tórax, podendo irradiar para a base do pescoço e para a garganta. Se a pirose for muito incômoda ao paciente e surgir mais do que duas vezes por semana, é denominada de pirose intensa. O excesso de salivação também pode ser um sintoma da DRGE.
A dificuldade para engolir (disfagia) não é comum, mas pode estar presente nos casos mais avançados da doença.
E como se faz o diagnóstico da DRGE?
O diagnóstico dessa doença é feito através de uma boa conversa com o paciente (história clínica), enfatizando-se os sintomas típicos da doença. O exame físico completo é obrigatório, e só a partir daí os exames complementares serão solicitados.
O raio-x com contraste, a cintilografia esofágica, a manometria, a pHmetria e a endoscopia digestiva alta são sintomas que podem ser solicitados para auxiliar no diagnóstico da DRGE.
Qual o importância da endoscopia na DRGE?
É o exame mais solicitado para o diagnóstico da manifestação mais comum da doença do refluxo, a esofagite.
Através da endoscopia é possível visualizar diretamente a mucosa do esôfago e fazer o diagnóstico direto das erosões causadas na mucosa esofagiana pelo refluxo, que é a esofagite erosiva. Ainda através da endoscopia pode-se avaliar a extensão da doença, sua gravidade e a existência de possíveis complicações. É sempre importante lembrar que a realização de biópsias é uma facilidade valiosa e segura que a endoscopia oferece, corroborando com a conclusão do diagnóstico final.
E quais são as possíveis complicações da esofagite causada pela DRGE?
As complicações da esofagite não são muito freqüentes, no entanto é obrigatória a sua investigação. A estenose do esôfago (diminuição no calibre do órgão) pode ocorrer entre 8 e 20% dos casos. A úlcera é outra complicação, porém ocorre em apenas 5% dos pacientes. O surgimento do esôfago de Barrett (veja Esôfago de Barrett) também é uma complicação possível de ocorrer entre 8 e 20% dos casos. Por fim, em uma menor freqüência, o câncer de esôfago (veja Câncer de Esôfago) sempre foi e será uma complicação temida por todos.
Mesmo nas complicações a endoscopia tem um papel fundamental, pois além de fazer o diagnóstico dessas complicações, ela também pode ser muito útil no tratamento.
Qual o tratamento da doença do refluxo?
Antes de se iniciar o tratamento deve-se descobrir a causa do refluxo para que se possa combater efetivamente a doença. A hérnia de hiato é uma causa de DRGE e tem seu tratamento específico, quando necessário.
O objetivo do tratamento na doença do refluxo é aliviar os sintomas, realizar a cicatrização da esofagite, evitar as complicações e a recidiva (retorno) da doença. Algumas medidas comportamentais são fundamentais no tratamento, e devem sempre ser associadas com uma melhora na dieta e ao uso de medicações específicas.
O tratamento cirúrgico é indicado em casos específicos.
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Hérnia de Hiato
Hérnia de hiato é o posicionamento do estômago, o qual é normalmente situado no abdômen, dentro do tórax, através do hiato diafragmático.
Existem 3 tipos, denominadas como:
- Hérnia de hiato por deslizamento.
- Hérnia de hiato paraesofágica.
- Hérnia de hiato mista.
A hérnia de hiato por deslizamento é a mais comum, representando 95% de todas as hérnias hiatais. Essa anormalidade é encontrada em torno de 10% da população.
Quais os sintomas?
Na verdade, os sintomas são decorrentes do refluxo gastroesofágico. A presença da hérnia confirma o mau funcionamento da barreira anti-refluxo existente entre o estômago e o esôfago.
Como é feito o diagnóstico?
Os sintomas são, geralmente, de refluxo. A partir dai se inicia a investigação da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e através da realização dos exames pode-se diagnosticar a hérnia hiatal como um fator predisponente a DRGE.
Alguns exames podem ser solicitados para se diagnosticar, como o raio-x contrastado do esôfago, estômago e duodeno (EED) e a endoscopia digestiva alta.
Qual o papel da endoscopia no diagnóstico?
É possível a avaliação indireta do deslizamento do estômago para o interior do tórax. Durante a endoscopia pode-se observar alguns sinais sugestivos da formação da hérnia hiatal.
Qual o tratamento?
Teoricamente, o tratamento propriamente dita é cirúrgico. No entanto, um conjunto de achados clínicos deve ser avaliado, como a intensidade da DRGE, o grau da esofagite, o estado clínico do paciente, a idade, entre outros fatores.
O tratamento clínico não trata a hérnia hiatal em si, mas é capaz de tratar a DRGE.
Em suma, o tratamento deve ser individualizado, avaliando-se alguns fatores, até mesmo a tolerância e a melhora do paciente ao tratamento clínico.
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Divertículos do Cólon
Os divertículos são anormalidades em forma de “bolsas ou sacos” que se formam na parede do intestino grosso (cólon) devido a uma fraqueza de uma das camadas que formam a parede intestinal.
A presença dos divertículos no cólon é denominada de MOLÉSTIA DIVERTICULAR DOS CÓLONS ou DIVERTICULOSE. (Não confundir com diverticulite).
É comum a moléstia diverticular dos cólons?
Aproximadamente 30% da população acima dos 60 anos de idade apresentam a moléstia diverticular dos cólons e, quando acima dos 80 anos, estima- se que 60% da população tenha a doença. Em incidência entre homens e mulheres é muito semelhante. No entanto, sabe-se que a incidência é maior na população ocidental.
Quais os sintomas da moléstia diverticular dos cólons?
Geralmente a moléstia diverticular dos cólons não apresenta sintomas.
Em alguns casos, os pacientes podem queixar-se de desconforto ou dor no abdômen, flatulência e alteração no hábito intestinal, como diarreia ou obstipação.
Como se faz o diagnóstico da moléstia diverticular dos cólons?
Como dito anteriormente, a moléstia diverticular dos cólons pode não apresentar sintomas, logo o paciente pode receber o diagnóstico dessa doença “acidentalmente” durante exames de rastreamento para pólipos e câncer ou investigação de sintomas inespecíficos (dor abdominal / diarreia).
O enema opaco (Raio-X com contraste) é um excelente exame para o diagnóstico dessa moléstia. Contudo, com o aumento nas indicações de colonoscopia para o rastreamento de pólipos e câncer, tem-se realizado cada vez mais o diagnóstico da moléstia diverticular dos cólons através do exame endoscópico.
Quais as complicações que a moléstia diverticular pode causar?
É aqui que entra a tão famosa DIVERTICULITE!
A diverticulite aguda é uma complicação da diverticulose (moléstia diverticular dos cólons). Detalhadamente, é a inflamação dos divertículos.
Nessa doença os sintomas são mais exacerbados, como dor abdominal intensa, febre, podendo ter até parada de eliminação de gases e fezes.
Nos casos de diverticulite aguda a colonoscopia não deve ser realizada, pois há um risco mais de perfuração do intestino grosso.
O método de escolha para esse diagnóstico é a tomografia computadorizada.
O tratamento é feito através de jejum, hidratação venosa, antibióticos e analgésicos. A cirurgia é reservada para casos extremos.
A moléstia diverticular também pode apresentar outra complicação, conhecida como DIVERTICULORRAGIA, ou seja, um sangramento oriundo do divertículo, exteriorizado pelo ânus.
Geralmente são sangramentos volumosos, acarretando pressão baixa, pele fria, sudorese, aceleração nos batimentos cardíacos (taquicardia), etc.
Por outro lado, esse sangramento tende a desaparecer espontaneamente em 48-72 horas.
A colonoscopia é o método inicial para o diagnóstico e tratamento do sangramento diverticular, cabendo ao médico endoscopista localizar o divertículo sangrante e realizar o procedimento adequado para a hemostasia (parada do sangramento).
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Helicobacter Pylori (H. Pylori)
Como é a transmissão do Helicobacter pylori (H. Pylori)?
A transmissão é basicamente oral/fecal, mas a transmissão oral/oral também pode ocorrer.
O Helicobacter pylori está relacionado com muitas doenças do aparelho digestivo, como as gastrites, as úlceras e alguns tumores do estômago. Atualmente há um consenso mundial que preconiza a pesquisa dessa bactéria em casos específicos ou a critério médico.
Como é feito o diagnóstico do Helicobacter pylori (H. Pylori)?
A pesquisa pode ser feita pela endoscopia digestiva alta através de biópsias da camada mais interna (mucosa) do estômago. Existe outro método para a pesquisa dessa bactéria através de um teste respiratório, porém não tão difundido quanto o método endoscópico.
Com grande freqüência nos consultórios de cirurgiões, gastroenterologistas, endoscopistas e clínicos gerais, surgem pacientes questionando a necessidade do tratamento para a erradicação do Helicobacter pylori.
Qual o tratamento para o Helicobacter pylori (H. Pylori)?
Para o tratamento dessa bactéria, assim como para sua pesquisa, existe um consenso com indicações precisas para cada caso. No entanto, o paciente bem como seus exames deve ser avaliado, para que o consenso possa ser aplicado e o paciente submetido ao tratamento (medicações) somente se necessário.
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Gastrite
Gastrite significa literalmente inflamação do estômago. Esse termo foi utilizado pela primeira vez em 1728 e é utilizado até os dias atuais.
As gastrites são divididas didaticamente em três categorias:
- Gastrite Aguda
- Gastrite Crônica
- Formas Especiais de Gastrite
As formas da gastrite
Aguda aparece quando há um agente infeccioso como efeito causador, chamando-a de gastrite bacteriana, viral, parasitária, fúngica ou associada ao Helicobacter pylori. Ressalta-se que esses achados de gastrites são pouco freqüentes.
Ainda como forma aguda, existe a gastrite aguda erosiva ou hemorrágica, que geralmente está relacionada com o uso de alguns medicamentos, como os antiinflamatórios.
Crônica envolve basicamente a associação com o Helicobacter pylori, sendo essa uma doença muito comum e de distribuição mundial. Esse tipo de gastrite pode ser evidenciada durante a endoscopia, no entanto, sua confirmação se fará somente após a biópsia do estômago e o exame anatomopatológico (microscópico).
Em relação as formas especiais das gastrites, sabe-se que são infrequentes e de diagnóstico mais complexo. Alguns exemplos de formas especiais de gastrites, são as gastrites linfocíticas, gastrites eosinofílicas, gastrites granulomatosas e outras.
Quais os sintomas da gastrite?
Habitualmente, os pacientes apresentam dor abdominal que pode lembrar “queimação” ou um “peso” na região do estômago. Podem vir acompanhados da sensação de “estômago cheio”, distensão abdominal e as vezes náuseas e vômitos. Esses sintomas podem estar relacionados com a dieta ou não.
E qual o papel da endoscopia nas gastrites?
A endoscopia digestiva alta tem o papel de investigar o motivo dos sintomas apresentados pelo paciente e tentar fazer o diagnóstico da doença causadora deles. Um motivo muito importante para se solicitar a endoscopia nesses casos é afastar outras doenças que poderiam acarretar tais sintomas, como o linfoma gástrico, a úlcera do estômago ou do duodeno, e até mesmo o câncer de estômago.
Através da endoscopia pode-se avaliar a mucosa gástrica (revestimento interno do estômago). Alguns achados endoscópicos são bem características das gastrites e outros achados podem ser sugestivos dela.
Outro fator importante para se realizar o exame endoscópico na suspeita das gastrites é realizar biópsias da mucosa para exame anatomopatológico (microscópico) com o intuito de se confirmar a gastrite e realizar a pesquisa da bactéria H. Pylori.
Por fim, a endoscopia tem papel fundamental no tratamento, pois ela ajudará o médico assistente a fechar o diagnóstico do paciente e tratá-lo de forma específica.
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Colites
O que é a retocolite ulcerativa inespecífica e a doença de Crohn?
Ambas são doenças inflamatórias que podem acometer o intestino por um longo período. Não se sabe ainda ao certo como elas surgem, no entanto, sabe-se que o modo como elas são desenvolvidas é muito semelhante.
A doença de Crohn pode apresentar lesão em qualquer parte do tubo digestivo (da boca ao ânus), porém há um maior acometimento do final do intestino delgado (íleo terminal) e o início do intestino grosso (cólon ascendente). Outra característica da dessa doença é que ela acomete todas as camadas da parede do tubo digestivo, podendo acarretar algumas complicações.
A retocolite ulcerativa inespecífica acomete somente o reto e o cólon (intestino grosso) preservando o ânus e o intestino delgado. Ao contrário da DC, a RCUI acomete somente a camada mais interna do intestino (mucosa).
A DC e a RCUI são doenças comuns? Quem é mais acometido por elas?
A freqüência com que essas doenças se apresentam varia muito com a localização geográfica, mas existem casos descritos no mundo todo.
Estatisticamente, a população mais acometida é a raça branca do norte da América e da Europa. Em relação a idade, há uma preferência por pessoas entre 15 e 30 anos. No entanto, existe um outro pico da doença que é por volta dos 60 anos de idade.
Quanto a freqüência das doenças, a RCUI é a mais freqüente e acomete mais homens. Por outro lado, a DC pode acometer um pouco mais as mulheres.
Como se faz o diagnóstico das colites? Qual o papel da colonoscopia?
Para que se possa fazer o diagnóstico dessas doenças, é muito importante obter uma história clínica detalhada do paciente, um bom exame físico e solicitar alguns exames complementares, como exames de sangue, raio-x contrastado, endoscopia, colonoscopia e biópsias com exame anatomopatológico (microscópico). Em suma, o diagnóstico é baseado nos aspectos clínicos, endoscópicos e na análise microscópica.
Sem dúvida alguma, a colonoscopia é o instrumento mais importante no diagnóstico, pois através dela pode-se visualizar diretamente as lesões que acometem o intestino, sua localização, o grau de inflamação e, por fim, realizar biópsias para o exame microscópico.
Essas doenças apresentam achados endoscópicos (colonoscópicos) muito característicos. No entanto, em algumas situações há certa dificuldade em diferenciar uma da outra, confundindo o diagnóstico.
Há risco dos pacientes com RCUI e DC desenvolverem câncer de intestino grosso?
Sim. Os processos inflamatórios são fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de intestino grosso e reto (colorretal), principalmente nos pacientes que apresentam tais doenças por um longo período. A colonoscopia é o exame de escolha na investigação e prevenção do câncer colorretal.
Existe acompanhamento colonoscópico para os pacientes com colites?
Sim. Após um período do inicio dos sintomas, do diagnóstico e do tratamento, há necessidade de se realizar o acompanhamento colonoscópico, devido ao risco do desenvolvimento do câncer colorretal, conforme descrito acima.
O inicio do acompanhamento deve ser individualizado, analisando-se os sintomas, a localização da doença e o tempo de sua existência.
Deve-se realizar colonoscopia fora do período de acompanhamento em casos específicos, indicada pelo médico assistente.
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Úlcera Péptica de Estômago e Duodeno
Como se forma a Úlcera Péptica de Estômago e Duodeno?
Para que se forme a úlcera gástrica ou duodenal é necessário que haja o desequilíbrio entre os fatores de proteção do tubo digestivo e os fatores agressivos a ele.
Entre os fatores agressivos do estômago e do duodeno, recentemente incluíram-se a bactéria Helicobater pylori e as medicações, como os antiinflamatórios e o ácido acetilsalicílico (AAS).
Estatisticamente, quase 80% das úlceras duodenais e 70% das úlceras gástricas estão relacionadas a presença do H. pylori. Essa bactéria age destruindo a barreira de proteção do revestimento interno do estômago, expondo-a à ação do ácido, causando a úlcera.
Já os antiinflamatórios, além de causar um dano direto na barreira de proteção do estômago, agem inibindo uma enzima que também interfere na formação dessa barreira.
O cigarro é um fator predisponente a formação de úlcera péptica, principalmente nas recidivas da doença.
Quais os sintomas das úlceras pépticas?
A dor epigástrica (dor abdominal localizada na parte superior central do abdômen) é um sintoma muito freqüente. Essa dor pode se irradiar para o lado direito do abdômen e até para as costas, surgindo preferencialmente no período pós-alimentar. Ela pode ser uma dor em queimação ou cólica e que pode ser mais acentuada à noite.
Acordar à noite com dor epigástrica é um sinal sugestivo de úlcera duodenal, chamado de “clocking”.
Outro fator importante a ser analisado na dor é a sua periodicidade. Habitualmente é uma dor que permanece por um ou dois meses, desaparece por um período e retorna.
Qual a importância da endoscopia digestiva alta na Úlcera Péptica de Estômago e Duodeno?
A endoscopia promove a visualização direta da úlcera gástrica ou duodenal, o que faz com que se confirme o diagnóstico no momento do exame.
É sempre importante, durante a endoscopia, avaliar a localização correta da úlcera, seu tamanho e suas características, avaliando se ela encontra-se na fase ativa inicial ou já na fase de cicatrização.
Através da endoscopia pode-se realizar biópsias dessa úlcera, o que é ato obrigatório nas úlceras do estômago, pois o câncer de estômago pode se apresentar de uma forma semelhante às úlceras.
Outra vantagem da endoscopia é poder realizar a pesquisa do Helicobater pylori (bactéria) no mesmo momento em que se faz o diagnóstico da úlcera péptica.
Existem complicações das úlceras pépticas?
Sim, existem e podem ser graves.
As úlceras do estômago e duodeno podem sangrar e essa é a complicação mais freqüente (15% dos casos). Quando há o sangramento das úlceras, surge o quadro de hemorragia digestiva alta (HDA).
Outra complicação temida é a perfuração da úlcera, mais freqüentemente ocorrendo com as úlceras do duodeno. Nessa complicação a indicação cirúrgica é mandatória.
Por fim, as úlceras do duodeno podem causar a estenose (estreitamento) do piloro (estreito canal de passagem do conteúdo do estômago para o duodeno) ou do próprio duodeno devido ao seu intenso processo inflamatório e cicatricial. Se isso ocorrer, a passagem do alimento do estômago para o intestino ficará prejudicada, acarretando uma obstrução do tubo digestivo.
A úlcera do estômago pode ser câncer?
Sim. O câncer de estômago pode se apresentar de forma semelhante a uma úlcera péptica, com algumas discretas diferenças na sua morfologia.
Por esse motivo, toda úlcera gástrica deve ser biopsiada (tirar fragmentos) e submetida a exame anatomopatológico (microscópico).
E qual o tratamento das úlceras pépticas?
O tratamento das úlceras pépticas se faz através da somatória de atitudes.
A primeira atitude é, quando possível, retirar o fator agressivo, o qual está colaborando para a formação da úlcera. O tabagismo deve ser desestimulado.
A dieta deve ser ajustada nos pacientes portadores da doença ulcerosa, suspendendo ou trocando os alimentos que acarretam os sintomas.
A partir daí o tratamento medicamentoso deve ser instituído, com a dose adequada e o tempo de tratamento já estipulado.
O tratamento cirúrgico fica reservado para algumas complicações, como nas perfurações.
A endoscopia pode também tratar algumas complicações das úlceras, como o sangramento e a estenose. Através da endoscopia é possível se injetar substâncias que fazem o sangramento parar, ou até mesmo aplicar um “clip” que também interrompe o sangramento.
Quanto as estenoses, a endoscopia pode efetuar a dilatação do segmento estreitado (estenosado), deixando esse segmento pérvio novamente. A cirurgia, em casos de estenoses, deve ser indicada nos casos de insucesso do tratamento endoscópico (dilatação).
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