
Além disso, há evidências de que a microbiota intestinal muda, se adapta e altera a eficiência metabólica depois da cirurgia.
A esofagite nada mais é do que a inflamação do esôfago.
Ela pode ser dividida em dois grupos:
Nesse capítulo as atenções estarão voltadas à esofagite de refluxo. No entanto, as esofagites específicas serão citadas, apesar de sua baixa incidência na prática diária.
É a inflamação do esôfago resultante da alteração da flora esofagiana ou por uma disfunção da imunidade do paciente. Podem ser causadas por fungos, vírus, bactérias ou protozoários.
Pacientes imunodeprimidos, como os transplantados, os portadores de AIDS, diabetes melito, câncer, alcoolismo e outros, estão mais suscetíveis a essa doença.
A endoscopia tem o papel de fazer o diagnóstico das esofagites específicas através da visualização direta das lesões e pelas biópsias, facilmente obtidas.
É a alteração causada na mucosa (revestimento interno) do esôfago devido ao refluxo do conteúdo gástrico para o esôfago (doença do refluxo gastroesofágico).
O conteúdo do estômago é acido e o revestimento interno do esôfago não é preparado para receber esse conteúdo. Devido a presença desse conteúdo ácido no esôfago ocorre a agressão direta da mucosa causando a esofagite, que é traduzida por algumas erosões (“machucados”).
Na verdade, os sintomas não são decorrentes da esofagite propriamente dita, e sim, da doença do refluxo gastroesofágico (veja Doença do Refluxo Gastroesofágico).
Através da endoscopia é possível visualizar diretamente a mucosa do esôfago e fazer o diagnóstico das erosões causadas pelo refluxo, que é a esofagite erosiva. Ainda através da endoscopia pode-se classificar a esofagite em diferentes graus e avaliar a existência de possíveis complicações.
É sempre importante lembrar que a realização de biópsias é uma facilidade valiosa e segura que a endoscopia oferece, corroborando com a conclusão do diagnóstico final.
As complicações da esofagite não são muito freqüentes, no entanto é obrigatória a sua investigação.
A estenose do esôfago (diminuição do calibre do órgão) pode ocorrer entre 8 e 20% dos casos. A úlcera é outra complicação, porém em apenas 5% dos pacientes. O surgimento do esôfago de Barrett (veja Esôfago de Barrett) também é uma complicação possível de ocorrer entre 8 e 20% dos casos.
Por fim, em uma menor freqüência, o câncer de esôfago (veja Câncer de Esôfago) sempre foi e será uma complicação temida por todos.
Mesmo nas complicações a endoscopia tem um papel fundamental, pois além de fazer o diagnóstico dessas complicações, ela também pode ser utilizada no tratamento em algumas situações.
Na verdade, o tratamento a ser realizado não é o da esofagite em si, e sim o da doença do refluxo gastroesofágico (veja Doença do Refluxo Gastroesofágico). O objetivo do tratamento na doença do refluxo é aliviar os sintomas, realizar a cicatrização da esofagite, evitar as complicações e a recidiva (retorno) da doença.
Algumas medidas comportamentais são fundamentais no tratamento, e devem sempre ser associadas com uma melhora na dieta e ao uso de medicações específicas.
O tratamento cirúrgico é indicado em casos específicos.

Além disso, há evidências de que a microbiota intestinal muda, se adapta e altera a eficiência metabólica depois da cirurgia.

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