Tomada de decisão no tratamento da obesidade: como escolher o melhor caminho?
Quando o assunto é tratamento da obesidade, cada paciente traz uma história, um organismo e necessidades únicas.
Durante uma conversa com a Dra. Anna Carolina Hoff, o tema central foi justamente a individualização das decisões terapêuticas, um ponto essencial para alcançar resultados sustentáveis e seguros.
🎯 A importância de colocar todas as cartas na mesa
Segundo a Dra. Anna Carolina Hoff, antes de indicar qualquer procedimento — seja cirúrgico ou endoscópico — é fundamental apresentar todas as opções e deixar o paciente participar ativamente da decisão.
“Endoscopicamente, mesmo antes como cirurgiã, eu sempre ponho todas as cartas na mesa”, explica a especialista.
Essa transparência permite avaliar o espectro do peso, as metas realistas de perda e, principalmente, o impacto nas comorbidades associadas, como diabetes, hipertensão e apneia do sono.
⚖️ Além da estética: o foco nas comorbidades
Mais do que a aparência física, o foco deve estar na melhora das comorbidades.
A Dra. Anna reforça que, quando o tratamento é bem conduzido, a silhueta é apenas uma consequência natural da melhora metabólica e da saúde como um todo.
O objetivo principal, portanto, é restaurar qualidade de vida, reduzir riscos e permitir que o paciente se sinta bem — por dentro e por fora.
💬 Conclusão: o melhor tratamento é o que faz sentido para o paciente
A escolha entre cirurgia e técnicas endoscópicas deve ser personalizada, levando em conta as condições clínicas, o histórico e os objetivos individuais.
Mais do que seguir protocolos, é preciso cuidar de pessoas com empatia e conhecimento — como lembra a Dra. Anna Carolina Hoff.
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