Reeducação Alimentar: O Que Crianças e Adultos Podem Aprender com a Fase da Papinha
A obesidade infantil tem crescido cada vez mais, e um dos motivos é a facilidade no acesso a alimentos prontos e ultraprocessados. Muitas vezes, desde bebês, as crianças já começam a desenvolver hábitos que favorecem o ganho de peso.
Por isso, a fase da papinha é tão importante: ela faz parte do desenvolvimento da criança e ajuda a introduzir novos sabores, texturas e nutrientes de forma equilibrada.
Adultos Também Passam Pela “Fase da Papinha”
Quando um paciente adulto realiza um procedimento endobariátrico ou bariátrico, o estômago precisa de um período para cicatrização. Nesse processo, a dieta é dividida em etapas muito semelhantes à alimentação de um bebê:
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Fase líquida: ajuda o estômago a se adaptar e cicatrizar.
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Fase pastosa ou amassada: lembra a comida oferecida a uma criança de 1 ano, facilitando a digestão.
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Fase sólida: retorno gradual à alimentação normal, com foco em escolhas equilibradas.
O Que Muitos Pacientes Sentem
Alguns pacientes enxergam a fase líquida como um período de fragilidade, acreditando que ficarão “depauperados” ou fracos. No entanto, essa etapa é temporária e essencial para a adaptação do corpo e para o sucesso a longo prazo.
Lições Importantes
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A reeducação alimentar deve começar desde cedo, mas também pode ser aplicada na vida adulta.
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Tanto crianças quanto adultos podem aprender que cada fase alimentar tem um propósito.
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A disciplina na transição de fases é fundamental para garantir saúde, emagrecimento e qualidade de vida.
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