Todos nós já passamos por momentos em que a ansiedade parece sufocar. Nessas horas, o mais comum é buscar uma forma de aliviar a tensão — e, muitas vezes, essa válvula de escape acaba sendo a comida.
Esse comportamento se tornou ainda mais frequente nos últimos anos, em que vivemos sob constante estresse, excesso de responsabilidades e facilidade de acesso a alimentos industrializados ou pedidos por aplicativos.
Por que a comida vira refúgio?
Quando nos alimentamos, principalmente de comidas mais calóricas e açucaradas, o corpo libera dopamina, neurotransmissor associado ao prazer e ao bem-estar.
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Esse alívio, porém, é passageiro.
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Logo a ansiedade retorna, e o ciclo se repete.
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A consequência é o aumento de peso, frustração e mais ansiedade.
O impacto na obesidade
A relação entre ansiedade e obesidade é clara:
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O estresse constante aumenta o risco de comer em excesso.
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A compulsão alimentar se torna um hábito inconsciente.
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O paciente acaba preso em um ciclo vicioso difícil de quebrar sozinho.
A importância de ter com quem desabafar
Um ponto fundamental é que muitas vezes não conseguimos compartilhar nossas angústias com quem acreditamos que nos ajudaria. Ter um espaço seguro para desabafar — seja com profissionais de saúde, psicólogos ou mesmo uma rede de apoio — faz toda a diferença no enfrentamento da ansiedade e na busca pelo equilíbrio alimentar.
Como quebrar o ciclo
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Reconheça os gatilhos: identifique situações que aumentam sua vontade de comer.
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Busque apoio profissional: acompanhamento psicológico e nutricional é essencial.
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Adote novos hábitos: atividade física, meditação e boas noites de sono reduzem a ansiedade.
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Não fuja da equipe médica: o suporte está ali justamente para ajudar nos momentos de maior fragilidade.
Conclusão
Ansiedade e comida podem formar um ciclo perigoso, mas com orientação adequada e apoio contínuo é possível retomar o controle, reduzir o impacto do estresse e conquistar uma vida mais saudável.
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