
Além disso, há evidências de que a microbiota intestinal muda, se adapta e altera a eficiência metabólica depois da cirurgia.
O câncer de esôfago (carcinoma epidermóide) é um tumor maligno que está presente em aproximadamente 8 casos por 100.00 habitantes no Brasil. Tem um predomínio em pessoas do sexo masculino, principalmente entre 50 e 60 anos de idade.
É uma doença grave, que quando diagnosticada precocemente tem um índice de sobrevida menos assustador.
O tabagismo e o alcoolismo por longo tempo são os principais fatores de risco para esse câncer no nosso país. Outros fatores de risco também foram identificados, como a tilose, o esôfago de Barrett, a acalásia, o consumo exacerbado de bebidas quentes e as más condições de higiene.
Alguns grupos específicos de pacientes devem receber uma atenção especial devido ao maior risco de desenvolverem câncer de esôfago, como por exemplo os pacientes que ingeriram soda cáustica no passado e pacientes portadores de tumores de cabeça e pescoço.
O principal sintoma do câncer de esôfago é a disfagia (dificuldade para engolir). Geralmente é progressiva, ou seja, inicia-se a dificuldade para engolir alimentos sólidos até se tornar impossível a ingestão de líquidos. Vômitos, salivação, emagrecimento importante e hematêmese (vômito com sangue) podem acompanhar o quadro clínico.
Uma história clínica detalhada e um bom exame físico são fundamentais para se levantar a suspeita da doença.
Alguns exames complementares devem ser solicitados, como raio-x com contraste do esôfago (esofagograma), endoscopia digestiva alta com biópsia da lesão encontrada, e quando necessário, tomografia e broncoscopia.
Na endoscopia pode-se realizar a visualização direta do tumor e obter biópsias dessa lesão para confirmação através do exame anatomopatológico (microscópico). Além disso, a endoscopia tem um papel importante no auxílio ao tratamento do câncer esofagiano. Pode promover um tratamento paliativo do tumor, fazendo o paciente suportar melhor o tratamento definitivo proporcionando uma melhor qualidade de vida.
Com o passar do tempo, o tumor pode crescer demasiadamente e ocluir a passagem do alimento pelo esôfago, impedindo o paciente de se alimentar.
Através da endoscopia é possível se fazer uma tunelização (“reabrir o caminho”) do tumor para que o paciente possa voltar a se alimentar.
Essa tunelização pode ser feita através da aplicação de algumas substâncias líquidas nos tumor, através de eletrocoagulação, plasma de argônio ou laser. Com o avanço dos equipamentos de endoscopia, algumas próteses foram desenvolvidas. Atualmente, as mais utilizadas são as próteses metálicas auto-expansivas, as quais são posicionadas entre o tumor (por endoscopia), causando uma força radial, mantendo-o aberto, e logo, favorecendo a deglutição do paciente.
A endoscopia pode atuar no câncer de esôfago precoce, onde através de uma técnica específica pode-se remover a lesão. Infelizmente o diagnóstico do câncer de esôfago precoce ainda é infreqüente. Quando o tumor já se apresenta na forma avançada, a radioterapia, a quimioterapia e a cirurgia (esofagectomia) são alguns métodos utilizados no tratamento.

Além disso, há evidências de que a microbiota intestinal muda, se adapta e altera a eficiência metabólica depois da cirurgia.

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