Stretta – Tratamento para a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)

A DRGE é uma patologia altamente prevalente, que acomete aproximadamente 12% dos brasileiros (cerca de 20 milhões de pessoas).

O esôfago é o órgão que liga a boca ao estômago, transportando a comida de um ao outro. Nessa doença, ocorre uma perda de tônus (hipotonia) da musculatura na transição do esôfago para o estômago, chamada esfíncter esofagiano inferior (EEI). Quando isso ocorre, a válvula existente na junção do esôfago com o estômago não fecha adequadamente após a passagem do alimento. Seria como se ficasse um “portão aberto”. Com o portão aberto, a comida e o suco gástrico – que é extremamente ácido – acabam por refluir, retornando para o esôfago. Por isso que muitas pessoas que tem a DRGE relatam o retorno do alimento até a boca em casos mais graves.

Tratamento eficaz e a longo prazo para a Doença do Refluxo oferecido pela Angioskope.

Como funciona o método Stretta?

Uma sonda é introduzida pelo esôfago, sempre com visão endoscópica direta no monitor de TV. Essa sonda é então posicionada no EEI, no final do esôfago, bem próximo do estômago. Utiliza a energia da radiofrequência para tonificar a musculatura do EEI (o “portão”, anteriormente citado). Com o músculo do EEI mais forte, ele fecha o “portão” do esôfago, impedindo assim a ocorrência do refluxo.

O método Stretta é realizado totalmente por endoscopia, em caráter ambulatorial, com leve sedação.

É feita uma única sessão, que dura em torno de 40 min, com riscos baixíssimos.

 Resultados de longo prazo (até 10 anos de duração), ou seja, com apenas 1 sessão os resultados se mantêm por até 1 década

 Índice de satisfação dos pacientes acima dos 90%.  

 Quando submetidos ao método, pacientes interromperam ou diminuíram significativamente a quantidade de medicamentos necessária para o tratamento da DRGE.

 

Sintomas da DRGE

O esôfago é um órgão que não gosta de ácido. A sua mucosa, ao contrário da mucosa do estômago, não foi preparada para receber o ácido gástrico. Por isso, quando ocorre o refluxo (que é ácido, pois vem do estômago), ele “queima” a mucosa (revestimento interno) do esôfago, causando o principal sintoma da DRGE, que é a AZIA.

De tanto o ácido refluir para o esôfago ele pode causar erosões (parecidas com aftas da boca), caracterizando a ESOFAGITE, que é uma inflamação do esôfago causada pelo ácido do estômago, logo uma consequência da DRGE. Existem também as manifestações extra esofágicas da DRGE, que são elas:

  • rouquidão,
  • sinusite crônica,
  • tosse crônica,
  • asma induzida por refluxo,
  • pneumonia por broncoaspiração,
  • desgaste prematuro do esmalte dentário pelo ácido, entre outros.

Complicações da DRGE

Caso não tratada adequadamente, a DRGE pode causar diversas complicações, algumas delas muito gravescomo:

  • Estenose do esôfago: um estreitamento do órgão, impedindo a passagem do alimento.
  • Esôfago de Barrett: lesão pré-maligna, onde pode surgir o câncer de esôfago.
  • Câncer de esôfago: o adenocarcinoma de esôfago está diretamente relacionado à DRGE e ao esôfago de Barrett

PERGUNTAS FREQUENTES

Quando o paciente sofre de DRGE, não só o alimento é refluído, mas também o suco gástrico, altamente ácido, e responsável pela digestão. A mucosa do esôfago, no entanto, não é revestida internamente de modo a se manter protegida dessa acidez, causando um desconforto similar à queimação, o que pode até causar erosões no esôfago.

Sim, a obesidade, assim como alimentos gordurosos, bebidas cafeinadas e gasosas, álcool, tabagismo e certos medicamentos podem causar refluxo.

Sim, se o paciente não se submeter ao tratamento ao notar os primeiros sintomas da doença, em casos mais graves, é possível vir a desenvolver câncer de esôfago.

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